É certo que quase já lá vai uma semana desde o sorteio da Liga dos Campeões e da Taça UEFA, mas tendo em conta a falta de densidade futebolística da semana em curso, não virá fora de horas este post.
Comecemos pela análise das equipas portuguesas na Champions. Parece claro que a tarefa mais simples caberá ao FC Porto, integrado no grupo A juntamente com o finalista vencido da última edição (o Liverpool), o vencedor da primeira edição da Liga dos Campeões, como hoje a conhecemos (Olympique de Marselha) e o Besiktas, da Turquia. O Campeão Nacional será o favorito para passar aos oitavos-de-final no 2º lugar do grupo, tendo em conta a falta de expressão do actual Marselha e sabendo que o Besiktas, embora poderoso no seu reduto - todos conhecemos o quão dificíl é actuar nos palcos turcos - não será, na teoria, capaz de incomodar muito nas deslocações. Vitórias nos 3 desafios a disputar no Dragão serão suficientes, em princípio, para atingir os objectivos e não seria de estranhar, muito pelo contrário, uma vitória em Marselha e um empate na Turquia. Em Liverpool, a sorte o dirá - parece este Liverpool estar ainda mais forte; poderão Bruno Alves e João Paulo (irá ele ocupar a vaga de Pedro Emanuel nos próximos desafios?) com o poder de fogo de Torres e Crouch? Mas o pleno em casa deverá bastar para os serviçoes mínimos.
O Benfica, no grupo D, partilha com o Celtic o favoritismo para, tal como o FC Porto, ocupar a 2ª vaga e seguir em frente. O todo-o-poderoso Milan, garantirá, à partida e sem grandes dificuldades, o 1º lugar. E a fava deverá cair ao Shakhtar. Mas não será por ventura tão simples o cenário neste grupo D. Do leste chegam sempre muitas dificuldades, sobretudo nos jogos do Shakhtar no seu reduto. O frio do relvado contrasta com o calor das bancadas e do contigente brasileiro que constitui o plantel da equipa laranja. Até o Milan deverá sentir dificuldades. O desafio de Glasgow afigura-se como muito complicado (recorde-sea história recente) e a derrota afigura-se como o mais pláusivel dos cenários. Em Milão e na Luz, frente ao campeão europeu, esperam-se também derrotas. Por isso, o Benfica joga tudo em casa frente a Celtic e a Shakthar (a vitória será o resultado mais provável) e em Donetsk com os ucranianos.
Para os lados de Alvalade, tudo mais difícil ainda. Com o muito reforçado Manchester e a sempre difícil Roma, resta ao Sporting a esperança de carimbar lugar na Taça UEFA e tentar fazer a surpresa de arrancar um 2º lugar (para isso serão determinantes os jogos em Alvalade). Cenário idêntico ao da época passada, durante a qual o Sporting viveu enclausurado entre Inter e Bayern e teve ainda de enfrentar um adversário gélido. Desta vez é o Kiev. A tarefa mais difícil para as equipas portuguesas da Champions.
A análise da 1ª eliminatória da Taça UEFA proximamente no TDA.
Desde que a transição defes'átaque funcione...
Comecemos pela análise das equipas portuguesas na Champions. Parece claro que a tarefa mais simples caberá ao FC Porto, integrado no grupo A juntamente com o finalista vencido da última edição (o Liverpool), o vencedor da primeira edição da Liga dos Campeões, como hoje a conhecemos (Olympique de Marselha) e o Besiktas, da Turquia. O Campeão Nacional será o favorito para passar aos oitavos-de-final no 2º lugar do grupo, tendo em conta a falta de expressão do actual Marselha e sabendo que o Besiktas, embora poderoso no seu reduto - todos conhecemos o quão dificíl é actuar nos palcos turcos - não será, na teoria, capaz de incomodar muito nas deslocações. Vitórias nos 3 desafios a disputar no Dragão serão suficientes, em princípio, para atingir os objectivos e não seria de estranhar, muito pelo contrário, uma vitória em Marselha e um empate na Turquia. Em Liverpool, a sorte o dirá - parece este Liverpool estar ainda mais forte; poderão Bruno Alves e João Paulo (irá ele ocupar a vaga de Pedro Emanuel nos próximos desafios?) com o poder de fogo de Torres e Crouch? Mas o pleno em casa deverá bastar para os serviçoes mínimos.
O Benfica, no grupo D, partilha com o Celtic o favoritismo para, tal como o FC Porto, ocupar a 2ª vaga e seguir em frente. O todo-o-poderoso Milan, garantirá, à partida e sem grandes dificuldades, o 1º lugar. E a fava deverá cair ao Shakhtar. Mas não será por ventura tão simples o cenário neste grupo D. Do leste chegam sempre muitas dificuldades, sobretudo nos jogos do Shakhtar no seu reduto. O frio do relvado contrasta com o calor das bancadas e do contigente brasileiro que constitui o plantel da equipa laranja. Até o Milan deverá sentir dificuldades. O desafio de Glasgow afigura-se como muito complicado (recorde-sea história recente) e a derrota afigura-se como o mais pláusivel dos cenários. Em Milão e na Luz, frente ao campeão europeu, esperam-se também derrotas. Por isso, o Benfica joga tudo em casa frente a Celtic e a Shakthar (a vitória será o resultado mais provável) e em Donetsk com os ucranianos.
Para os lados de Alvalade, tudo mais difícil ainda. Com o muito reforçado Manchester e a sempre difícil Roma, resta ao Sporting a esperança de carimbar lugar na Taça UEFA e tentar fazer a surpresa de arrancar um 2º lugar (para isso serão determinantes os jogos em Alvalade). Cenário idêntico ao da época passada, durante a qual o Sporting viveu enclausurado entre Inter e Bayern e teve ainda de enfrentar um adversário gélido. Desta vez é o Kiev. A tarefa mais difícil para as equipas portuguesas da Champions.
A análise da 1ª eliminatória da Taça UEFA proximamente no TDA.
Desde que a transição defes'átaque funcione...